Diversos Arquivo

  • Rui Rio passou grande parte da sua campanha eleitoral de 2001 a vociferar contra as obras da Porto 2001 e os inadmissíveis atrasos registados nas mesmas.
Mesmo depois de eleito, persistiu durante anos nessas críticas, considerando que esses atrasos eram sinónimo de incompetência e de falta de respeito pelas Populações.
Infelizmente, nesta como noutras matérias, Rui Rio adopta a máxima “Olha para o que eu digo, não vejas o que eu faço!”
De facto, há um conjunto de obras que, sucessivamente têm vindo a ser inscritas nos Orçamentos da Câmara (criando expectativas nas pessoas) e que, depois, não se concretizam ou apenas são concretizadas anos mais tarde do que aqueles em que estavam previstas. [Ler+...]

    A Câmara do Porto não cumpre os prazos de obras na via pública e procura ludibriar as populações!

    Rui Rio passou grande parte da sua campanha eleitoral de 2001 a vociferar contra as obras da Porto 2001 e os inadmissíveis atrasos registados nas mesmas. Mesmo depois de eleito, persistiu durante anos nessas críticas, considerando que esses atrasos eram sinónimo de incompetência e de falta de respeito pelas Populações. Infelizmente, nesta como noutras matérias, Rui Rio adopta a máxima “Olha para o que eu digo, não vejas o que eu faço!” De facto, há um conjunto de obras que, sucessivamente têm vindo a ser inscritas nos Orçamentos da Câmara (criando expectativas nas pessoas) e que, depois, não se concretizam ou apenas são concretizadas anos mais tarde do que aqueles em que estavam previstas. [Ler+...]

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  • Depois do Partido Socialista e Elisa Ferreira terem copiado o lema da CDU “Porto Para Todos”, agora é a vez da Coligação PSD/CDS escolher como lema para a sua campanha municipal também um lema da CDU. 
Segundo as informações vindas a público numa conferência de imprensa realizada na passada semana pelos Presidentes da Concelhias do Porto do PSD e CDS, o lema com que Rui Rio vai concorrer à Câmara em 2009 é “O Porto em Primeiro” … ou seja, o lema da candidatura municipal da CDU em 2005! [Ler+...]

    Também Rui Rio e a Coligação PSD/CDS copiam lema da CDU!

    Depois do Partido Socialista e Elisa Ferreira terem copiado o lema da CDU “Porto Para Todos”, agora é a vez da Coligação PSD/CDS escolher como lema para a sua campanha municipal também um lema da CDU. Segundo as informações vindas a público numa conferência de imprensa realizada na passada semana pelos Presidentes da Concelhias do Porto do PSD e CDS, o lema com que Rui Rio vai concorrer à Câmara em 2009 é “O Porto em Primeiro” … ou seja, o lema da candidatura municipal da CDU em 2005! [Ler+...]

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  • Aquando da apreciação do Orçamento para 2008 da Câmara Municipal do Porto, a CDU – Coligação Democrática Unitária teve a oportunidade de considerar que o mesmo:
“Não estava à altura das necessidades da Cidade e da sua População;
Estava artificialmente inflacionado, o que indiciava que não seria cumprido;
Era pouco transparente e carecia de rigor;
Contemplava investimentos de importância duvidosa, ao mesmo tempo que escamoteava investimentos fundamentais para a melhoria da qualidade de vida dos Munícipes.”
Infelizmente, a análise do Relatório de Actividades e das Contas agora apresentados pela coligação PSD/CDS confirmam a apreciação então efectuada pela CDU. [Ler+...]

    Análise da CDU ao Relatório de Contas da Câmara Municipal do Porto relativo a 2008

    Aquando da apreciação do Orçamento para 2008 da Câmara Municipal do Porto, a CDU – Coligação Democrática Unitária teve a oportunidade de considerar que o mesmo: “Não estava à altura das necessidades da Cidade e da sua População; Estava artificialmente inflacionado, o que indiciava que não seria cumprido; Era pouco transparente e carecia de rigor; Contemplava investimentos de importância duvidosa, ao mesmo tempo que escamoteava investimentos fundamentais para a melhoria da qualidade de vida dos Munícipes.” Infelizmente, a análise do Relatório de Actividades e das Contas agora apresentados pela coligação PSD/CDS confirmam a apreciação então efectuada pela CDU. [Ler+...]

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  • Vários moradores de bairros municipais em processo de reabilitação exterior têm vindo a ser intimados pela Domus Social para procederem à troca dos seus esquentadores por termoacumuladores (vulgarmente designados por cilindros eléctricos).
Não pondo em causa, naturalmente, a necessidade de serem asseguradas as condições de segurança nas habitações municipais, a CDU não pode deixar de contestar esta atitude, até porque a mesma se concretiza através de ofícios intimidatórios e prepotentes, que ordenam que os inquilinos municipais procedam “no prazo de 10 dias de calendário contados da data da recepção da presente notificação, à substituição do esquentador por um termoacumulador (…), devendo esta determinação ser voluntariamente cumprida no prazo fixado, sob pena de, não o sendo, ser a mesma coercivamente executada pelo Município do Porto, por intermédio da Domus Social, EM, por administração directa ou por empreitada, por conta de V. Exª [o Munícipe]”, e que mais à frente ordena “a tomada de posse administrativa da habitação (…), para a execução coerciva das medidas compreendidas na ordem precedente, caso se venha a constatar o incumprimento da mesma por parte de V. Exª, posse administrativa que se manterá pelo período necessário à execução coerciva” das obras. [Ler+...]

    Recursos Energéticos nos Bairros Municipais: Insensibilidade Social e Incoerência de Rui Rio

    Vários moradores de bairros municipais em processo de reabilitação exterior têm vindo a ser intimados pela Domus Social para procederem à troca dos seus esquentadores por termoacumuladores (vulgarmente designados por cilindros eléctricos). Não pondo em causa, naturalmente, a necessidade de serem asseguradas as condições de segurança nas habitações municipais, a CDU não pode deixar de contestar esta atitude, até porque a mesma se concretiza através de ofícios intimidatórios e prepotentes, que ordenam que os inquilinos municipais procedam “no prazo de 10 dias de calendário contados da data da recepção da presente notificação, à substituição do esquentador por um termoacumulador (…), devendo esta determinação ser voluntariamente cumprida no prazo fixado, sob pena de, não o sendo, ser a mesma coercivamente executada pelo Município do Porto, por intermédio da Domus Social, EM, por administração directa ou por empreitada, por conta de V. Exª [o Munícipe]”, e que mais à frente ordena “a tomada de posse administrativa da habitação (…), para a execução coerciva das medidas compreendidas na ordem precedente, caso se venha a constatar o incumprimento da mesma por parte de V. Exª, posse administrativa que se manterá pelo período necessário à execução coerciva” das obras. [Ler+...]

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  • O agravamento das condições de trabalho e de vida dos portuenses, que descrevemos atrás apenas em parte, resulta de erros estratégicos dos últimos e do actual governo. Estamos conscientes de que só com o desenvolvimento de medidas de carácter estrutural por parte da Administração Central é que é possível a resolução da actual situação, nomeadamente com a sua assunção de responsabilidades públicas nos sectores estratégicos da economia, com o aumento real e substantivo dos salários e pensões, com a adequação das prestações sociais às necessidades dos mais carenciados, com a melhoria dos serviços públicos e das funções sociais do Estado. Pensamos no entanto que as autarquias locais, no caso, a Câmara do Porto, podem e devem ter um contributo a dar no âmbito das suas competências e capacidades.
No caso concreto da Câmara do Porto parece-nos possível, nas áreas da Habitação, das Tarifas de Serviços Municipais, das Rendas Privadas, dos Apoios Sociais e Apoios Escolares, serem assumidas medidas de minimização dos efeitos da Crise. [Ler+...]

    A CDU na Assembleia Municipal: A crise económica e social no Porto

    O agravamento das condições de trabalho e de vida dos portuenses, que descrevemos atrás apenas em parte, resulta de erros estratégicos dos últimos e do actual governo. Estamos conscientes de que só com o desenvolvimento de medidas de carácter estrutural por parte da Administração Central é que é possível a resolução da actual situação, nomeadamente com a sua assunção de responsabilidades públicas nos sectores estratégicos da economia, com o aumento real e substantivo dos salários e pensões, com a adequação das prestações sociais às necessidades dos mais carenciados, com a melhoria dos serviços públicos e das funções sociais do Estado. Pensamos no entanto que as autarquias locais, no caso, a Câmara do Porto, podem e devem ter um contributo a dar no âmbito das suas competências e capacidades. No caso concreto da Câmara do Porto parece-nos possível, nas áreas da Habitação, das Tarifas de Serviços Municipais, das Rendas Privadas, dos Apoios Sociais e Apoios Escolares, serem assumidas medidas de minimização dos efeitos da Crise. [Ler+...]

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  • Como é do conhecimento geral, a actual maioria camarária, interpretando errada e precipitadamente a Lei nº 59/2008 (Regime de Contrato de Trabalho em Funções Publicas), deixou de pagar o subsídio de turno a cerca de uma centena de trabalhadores.
Na reunião da Câmara realizada ontem, dia 31, o vereador da CDU, Engº Rui Sá, apresentou uma proposta de deliberação no sentido de que “o Município do Porto pague, com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2009, o subsídio de turno a todos os trabalhadores que, durante os 12 meses anteriores à publicação da Lei nº 59/2008, trabalharam pelo menos cinquenta horas de trabalho nocturno entre as 20 e as 22 horas ou cento e cinquenta horas de trabalho nocturno depois das 22 horas…” que foi aprovada, significando que os trabalhadores atingidos por esta injustiça vão receber com retroactividade a 1 de Janeiro o subsídio de turno retirado. [Ler+...]

    Subsídio de Turno: Comunicado da Célula do PCP aos Trabalhadores da Câmara Municipal do Porto

    Como é do conhecimento geral, a actual maioria camarária, interpretando errada e precipitadamente a Lei nº 59/2008 (Regime de Contrato de Trabalho em Funções Publicas), deixou de pagar o subsídio de turno a cerca de uma centena de trabalhadores. Na reunião da Câmara realizada ontem, dia 31, o vereador da CDU, Engº Rui Sá, apresentou uma proposta de deliberação no sentido de que “o Município do Porto pague, com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2009, o subsídio de turno a todos os trabalhadores que, durante os 12 meses anteriores à publicação da Lei nº 59/2008, trabalharam pelo menos cinquenta horas de trabalho nocturno entre as 20 e as 22 horas ou cento e cinquenta horas de trabalho nocturno depois das 22 horas…” que foi aprovada, significando que os trabalhadores atingidos por esta injustiça vão receber com retroactividade a 1 de Janeiro o subsídio de turno retirado. [Ler+...]

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