Arquivo de Dezembro, 2008

  • Assista ao video com a mensagem de Ano Novo do Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa.

    Mensagem de Ano Novo do Secretário-Geral do PCP Jerónimo de Sousa

    Assista ao video com a mensagem de Ano Novo do Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa.

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  • Texto integral da intervenção da CDU na Assembleia Municipal do Porto sobre questões relacionadas com o Regulamento Municipal de Propaganda e a situação dos trabalhadores municipais.

    Intervenção da CDU na Assembleia Municipal de 22 de Dezembro

    Texto integral da intervenção da CDU na Assembleia Municipal do Porto sobre questões relacionadas com o Regulamento Municipal de Propaganda e a situação dos trabalhadores municipais.

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  • Segundo declarações público do Vereador das Actividades Económicas, Sampaio Pimentel, o Mercado do Bom Sucesso funcionará no próximo dia 26 de Dezembro. Este facto, constitui, na opinião da CDU, um […]

    Abertura do Mercado do Bom Sucesso no dia 26 de Dezembro é um precedente negativo

    Segundo declarações público do Vereador das Actividades Económicas, Sampaio Pimentel, o Mercado do Bom Sucesso funcionará no próximo dia 26 de Dezembro. Este facto, constitui, na opinião da CDU, um […]

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  • O PCP considera inadmissível a situação que se vive hoje na Câmara Municipal em matéria de Recursos Humanos. O PCP considera que os trabalhadores da Câmara, sendo devidamente motivados e organizados, constituem o principal instrumento para o êxito da implementação das políticas municipais. Com Rui Rio, os trabalhadores municipais (à semelhança do que o Governo PS procurou fazer com os Professores, numa atitude fortemente criticada pelo PSD…), foram feridos na sua dignidade (“absentistas”, “alcoólicos”, “calaceiros”) e transformados, muitas vezes, nos bodes expiatórios da incompetência e incapacidade da coligação PSD/CDS (como aconteceu com a tentativa de atribuir a responsabilidade pela falta de limpeza da Cidade as trabalhadores, escamoteando deliberadamente que a mesma se devia às medidas administrativas e e economicistas tomadas por Rui Rio).
O PCP, ao mesmo tempo que manifesta a sua solidariedade aos trabalhadores municipais neste período difícil, reafirma a sua firme vontade de continuar a lutar pelos seus direitos, anunciando desde já que, nas próximas reuniões dos órgãos municipais, irá interpelar o Presidente da Câmara sobre estas matérias.

    A situação dos trabalhadores da CMP: Orientações políticas da coligação PSD/CDS prejudicam trabalhadores municipais e a qualidade dos serviços prestados

    O PCP considera inadmissível a situação que se vive hoje na Câmara Municipal em matéria de Recursos Humanos. O PCP considera que os trabalhadores da Câmara, sendo devidamente motivados e organizados, constituem o principal instrumento para o êxito da implementação das políticas municipais. Com Rui Rio, os trabalhadores municipais (à semelhança do que o Governo PS procurou fazer com os Professores, numa atitude fortemente criticada pelo PSD…), foram feridos na sua dignidade (“absentistas”, “alcoólicos”, “calaceiros”) e transformados, muitas vezes, nos bodes expiatórios da incompetência e incapacidade da coligação PSD/CDS (como aconteceu com a tentativa de atribuir a responsabilidade pela falta de limpeza da Cidade as trabalhadores, escamoteando deliberadamente que a mesma se devia às medidas administrativas e e economicistas tomadas por Rui Rio). O PCP, ao mesmo tempo que manifesta a sua solidariedade aos trabalhadores municipais neste período difícil, reafirma a sua firme vontade de continuar a lutar pelos seus direitos, anunciando desde já que, nas próximas reuniões dos órgãos municipais, irá interpelar o Presidente da Câmara sobre estas matérias.

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  • numa inacreditável falta de sentido de estado que o cargo de Presidente da Assembleia Municipal do Porto deveria exigir, José Pedro Aguiar-Branco, depois de uma interrupção dos trabalhos que durou uma hora (e não os 5 minutos pedidos – o que também não abona em favor de quem permanentemente dirige as sessões de cronómetro na mão, retirando a palavra a Deputados que excedem o seu tempo ou impondo períodos diminutos de discussão de assuntos relevantes para a Cidade), aceitou uma proposta ilegal do CDS/PP para alteração da ordem dos pontos da Ordem do Dia,  proposta essa que acabou por ser aprovada com o voto de qualidade do próprio José Pedro Aguiar-Branco.
José Pedro Aguiar-Branco pode e deve votar de acordo com as suas convicções mas, como Presidente da Assembleia Municipal do Porto, tem o dever de dirigir os trabalhos com sentido de estado, de modo imparcial e isento, de acordo com as disposições legais, sendo inadmissível que se comporte como um “agente” do Presidente da Câmara, que dirige os trabalhos por forma a facilitar a aprovação dos documentos por este apresentados.

    CAIU A MÁSCARA A AGUIAR BRANCO: O Presidente da Assembleia Municipal do Porto não exerce as suas funções com imparcialidade

    numa inacreditável falta de sentido de estado que o cargo de Presidente da Assembleia Municipal do Porto deveria exigir, José Pedro Aguiar-Branco, depois de uma interrupção dos trabalhos que durou uma hora (e não os 5 minutos pedidos – o que também não abona em favor de quem permanentemente dirige as sessões de cronómetro na mão, retirando a palavra a Deputados que excedem o seu tempo ou impondo períodos diminutos de discussão de assuntos relevantes para a Cidade), aceitou uma proposta ilegal do CDS/PP para alteração da ordem dos pontos da Ordem do Dia, proposta essa que acabou por ser aprovada com o voto de qualidade do próprio José Pedro Aguiar-Branco. José Pedro Aguiar-Branco pode e deve votar de acordo com as suas convicções mas, como Presidente da Assembleia Municipal do Porto, tem o dever de dirigir os trabalhos com sentido de estado, de modo imparcial e isento, de acordo com as disposições legais, sendo inadmissível que se comporte como um “agente” do Presidente da Câmara, que dirige os trabalhos por forma a facilitar a aprovação dos documentos por este apresentados.

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  • Com a presença dos deputados Bruno Dias e Jorge Machado, acompanhados de outros eleitos comunistas na autarquia portuenses, realizou-se no passado dia 15 de Dezembro um mandato aberto sobre a problemática da toxicodependência no distrito do Porto. Esta acção consistiu na visita a um conjunto diversificado de instituições que trabalham no terreno, permitindo assim aos deputados comunistas conhecer de perto o trabalho que se vem realizando, assim como as suas carências e necessidades mais urgentes, nomeadamente a falta de verbas e de pessoal. Nesta iniciativa foram realizados contactos com o Hospital Joaquim Urbano, o CAT Oriental do Porto, a ARRIMO, Projecto NorteVida, o Serviço de Assistência às Organizações de Maria e a Segurança Social.

    PCP reclama reforço de meios para combater toxicodependência

    Com a presença dos deputados Bruno Dias e Jorge Machado, acompanhados de outros eleitos comunistas na autarquia portuenses, realizou-se no passado dia 15 de Dezembro um mandato aberto sobre a problemática da toxicodependência no distrito do Porto. Esta acção consistiu na visita a um conjunto diversificado de instituições que trabalham no terreno, permitindo assim aos deputados comunistas conhecer de perto o trabalho que se vem realizando, assim como as suas carências e necessidades mais urgentes, nomeadamente a falta de verbas e de pessoal. Nesta iniciativa foram realizados contactos com o Hospital Joaquim Urbano, o CAT Oriental do Porto, a ARRIMO, Projecto NorteVida, o Serviço de Assistência às Organizações de Maria e a Segurança Social.

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