Campanhã Arquivo

  • O PCP considera "escandaloso" que casas afectadas há seis anos por obras do Metro do Porto, na zona de Campanhã, continuem por reparar, enquanto os desalojados continuam a viver em hotéis, a expensas da empresa, de capitais públicos.
No passado dia 9 de Novembro, o Vereador da CDU, Rui Sá, acompanhado de outros eleitos comunistas na Assembleia Municipal e na Freguesia de Campanhã, visitou o conjunto de habitações da Rua Nova da Estação que, após as obras do Metro realizadas em 2002, ficaram em risco de ruína e obrigaram ao realojamento provisório dos seus moradores em hóteis.

    Na Rua Nova da Estação (Campanhã) desalojados pela obra da Metro há seis anos em hotéis

    O PCP considera "escandaloso" que casas afectadas há seis anos por obras do Metro do Porto, na zona de Campanhã, continuem por reparar, enquanto os desalojados continuam a viver em hotéis, a expensas da empresa, de capitais públicos. No passado dia 9 de Novembro, o Vereador da CDU, Rui Sá, acompanhado de outros eleitos comunistas na Assembleia Municipal e na Freguesia de Campanhã, visitou o conjunto de habitações da Rua Nova da Estação que, após as obras do Metro realizadas em 2002, ficaram em risco de ruína e obrigaram ao realojamento provisório dos seus moradores em hóteis.

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  • No passado Domingo, dia 28 de Setembro, os eleitos municipais da CDU, acompanhados de eleitos na Assembleia de Freguesia de Campanhã e de outros activistas da CDU, visitaram hoje a sucata a céu aberto que a Câmara Municipal do Porto mantém num terreno ao lado da Pousada do Freixo (com saída directa para o Rio Douro), onde acumula centenas de viaturas abandonadas e recolhidas da via pública.
Este terreno, que ironicamente constitui a entrada na Cidade do Porto para quem vem da estrada marginal que a liga a Entre-os-Rios, constitui uma verdadeira ferida ambiental, com a contaminação de solos adjacentes ao Rio Douro por viaturas que derramam óleos, combustíveis e ácidos.

    Atentado Ambiental no Douro: A C. M. do Porto mantém, em plena Cidade, uma Sucata ao Ar Livre

    No passado Domingo, dia 28 de Setembro, os eleitos municipais da CDU, acompanhados de eleitos na Assembleia de Freguesia de Campanhã e de outros activistas da CDU, visitaram hoje a sucata a céu aberto que a Câmara Municipal do Porto mantém num terreno ao lado da Pousada do Freixo (com saída directa para o Rio Douro), onde acumula centenas de viaturas abandonadas e recolhidas da via pública. Este terreno, que ironicamente constitui a entrada na Cidade do Porto para quem vem da estrada marginal que a liga a Entre-os-Rios, constitui uma verdadeira ferida ambiental, com a contaminação de solos adjacentes ao Rio Douro por viaturas que derramam óleos, combustíveis e ácidos.

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  • Na sequência do assassinato de agentes de segurança na Cova da Moura, que ocorreu em Julho de 2005, o Governo, como forma de atenuar a preocupação e a indignação que, naturalmente, se fez sentir nas populações, decidiu avançar (Resolução do Conselho de Ministros 143/2005, de 2 de Agosto) com a iniciativa “Operações de Qualificação e Reinserção Urbana de Bairros Críticos”, centrada em 3 bairros de outros tantos Municípios: Cova da Moura (Amadora), Vale da Amoreira (Moita) e Lagarteiro (Porto).

 

Na sequência dessa decisão, foram realizados estudos de diagnóstico da situação nestes Bairros e definidos planos de acção que foram apresentados, com pompa e circunstância, numa iniciativa que se realizou em Lisboa, no dia 2 de Outubro de 2006, com a presença do Primeiro-ministro e de 6 Ministros e Secretários de Estado.

    O Projecto “Bairros Críticos” e o Bairro do Lagarteiro: “A montanha pariu um rato”

    Na sequência do assassinato de agentes de segurança na Cova da Moura, que ocorreu em Julho de 2005, o Governo, como forma de atenuar a preocupação e a indignação que, naturalmente, se fez sentir nas populações, decidiu avançar (Resolução do Conselho de Ministros 143/2005, de 2 de Agosto) com a iniciativa “Operações de Qualificação e Reinserção Urbana de Bairros Críticos”, centrada em 3 bairros de outros tantos Municípios: Cova da Moura (Amadora), Vale da Amoreira (Moita) e Lagarteiro (Porto). Na sequência dessa decisão, foram realizados estudos de diagnóstico da situação nestes Bairros e definidos planos de acção que foram apresentados, com pompa e circunstância, numa iniciativa que se realizou em Lisboa, no dia 2 de Outubro de 2006, com a presença do Primeiro-ministro e de 6 Ministros e Secretários de Estado.

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