Arquivo de Setembro, 2010

  • Segundo informações fidedignas que o PCP  obteve, a empresa “Todos ao Palco” (a quem a Coligação PSD/CDS entregou a gestão do Rivoli Teatro Municipal) tem vários meses de honorários  em atraso aos actores e técnicos que têm vindo a assegurar as peças apresentadas (cerca de 50 pessoas em regime de “recibos verdes”).
Esta situação indicia as dificuldades financeiras da empresa e desmente o êxito da actividade que se tem desenvolvido no Rivoli Teatro Municipal (e que Rui Rio não se cansa de apregoar para defender a sua opção de entregar o Rivoli a uma empresa cujo fim é o lucro e a quem paga cerca de 600 mil euros líquidos por ano de subsídio encapotado com dinheiros públicos).[Ler+...]

    O que se passa com a empresa a quem a coligação PSD/ CDS-PP entregou o Rivoli Teatro Municipal?

    Segundo informações fidedignas que o PCP obteve, a empresa “Todos ao Palco” (a quem a Coligação PSD/CDS entregou a gestão do Rivoli Teatro Municipal) tem vários meses de honorários em atraso aos actores e técnicos que têm vindo a assegurar as peças apresentadas (cerca de 50 pessoas em regime de “recibos verdes”). Esta situação indicia as dificuldades financeiras da empresa e desmente o êxito da actividade que se tem desenvolvido no Rivoli Teatro Municipal (e que Rui Rio não se cansa de apregoar para defender a sua opção de entregar o Rivoli a uma empresa cujo fim é o lucro e a quem paga cerca de 600 mil euros líquidos por ano de subsídio encapotado com dinheiros públicos).[Ler+...]

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  • Grupo Parlamentar do PCP questiona Ministério da Educação sobre Conservatório de Música do Porto Através de diversa documentação e posições escritas que chegaram ao Grupo Parlamentar do PCP, provenientes de […]

    Grupo Parlamentar do PCP questiona Ministério da Educação sobre Conservatório de Música do Porto

    Grupo Parlamentar do PCP questiona Ministério da Educação sobre Conservatório de Música do Porto Através de diversa documentação e posições escritas que chegaram ao Grupo Parlamentar do PCP, provenientes de […]

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  • A 12 de Setembro de 1895 (há precisamente 115 anos) foi inaugurada a primeira linha de eléctrico da Península Ibérica. A cidade do Porto orgulha-se de essa iniciativa pioneira ter tido lugar no seu território, por iniciativa das suas gentes e instituições, ligando o Carmo a Massarelos.
Nestes 115 anos, a rede de linhas de eléctricos teve um importante desenvolvimento, cobrindo praticamente todo o território da cidade e chegando aos concelhos limítrofes, a que se seguiu um processo de declínio que, designadamente na década de 80 do século passado, levou a que este tipo de transporte passasse a ser praticamente marginal. 
No final do século passado, com a aprovação, pela Câmara Municipal do Porto, do Plano de Mobilidade para o centro do Porto, foi tomada a decisão de reintroduzir este meio de transporte na zona central do Porto, com equipamento circulante moderno que lhe permitisse assumir um papel estruturante ao nível do transporte público de passageiros, em complemento à rede de metro e substituindo linhas que eram operadas por autocarros [Ler+...]

    Em defesa da rede de eléctricos do Porto na data do 115º aniversário da sua inauguração

    A 12 de Setembro de 1895 (há precisamente 115 anos) foi inaugurada a primeira linha de eléctrico da Península Ibérica. A cidade do Porto orgulha-se de essa iniciativa pioneira ter tido lugar no seu território, por iniciativa das suas gentes e instituições, ligando o Carmo a Massarelos. Nestes 115 anos, a rede de linhas de eléctricos teve um importante desenvolvimento, cobrindo praticamente todo o território da cidade e chegando aos concelhos limítrofes, a que se seguiu um processo de declínio que, designadamente na década de 80 do século passado, levou a que este tipo de transporte passasse a ser praticamente marginal. No final do século passado, com a aprovação, pela Câmara Municipal do Porto, do Plano de Mobilidade para o centro do Porto, foi tomada a decisão de reintroduzir este meio de transporte na zona central do Porto, com equipamento circulante moderno que lhe permitisse assumir um papel estruturante ao nível do transporte público de passageiros, em complemento à rede de metro e substituindo linhas que eram operadas por autocarros [Ler+...]

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