Arquivo de Julho, 2009
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Oficinas Técnicas Municipais em risco de encerramento
Publicado em 2 de Julho de 2009 | Sem comentáriosA maioria camarária do PSD-PP aprovou, com o apoio do PS, a aquisição duma frota de pesados em sistema que exclui a sua manutenção pelas oficinas municipais. O vereador da CDU, Engº Rui Sá, votou contra esta proposta. Como o PCP há muito tem vindo a denunciar, a gestão de Rui Rio neste mandato tem sido orientada para a externalização, concessão, ou privatização de serviços e equipamentos municipais, com reais prejuízos para a câmara, para os munícipes e para os próprios trabalhadores. Tal política tem levado ao sucessivo esvaziamento das oficinas, o que entre outras consequências tem conduzido a uma redução acentuada do número de trabalhadores que lhe estão afectos. [Ler+...] -
Assembleia Municipal aprova moção de solidariedade com o Ramaldense
Publicado em 2 de Julho de 2009 | Sem comentáriosNa sua sessão de 29 de Junho a Assembleia Municipal do Porto aprovou por unanimidade a moção de solidariedade com o Ramaldense F. C. apresentada pelo grupo municipal da CDU. […] -
Intervenção de José António Gomes na sessão pública de apresentação dos primeiros candidatos da CDU
Publicado em 1 de Julho de 2009 | Sem comentáriosIntervenção de José António Gomes na sessão pública de apresentação dos primeiros candidatos da CDU -
O mandato de Rui Rio: Quatro anos de projectos falhados
Publicado em 1 de Julho de 2009 | Sem comentáriosQuase a chegar ao final do actual mandato autárquico, é tempo de fazer o balanço sobre a execução daqueles que a Coligação PSD/CDS definiu como os projectos mais emblemáticos e que passavam, na sua totalidade, por “Parcerias Público/Privadas”. De facto, Rui Rio, incapaz de definir um projecto e uma ideia para os principais equipamentos municipais da Cidade do Porto, entregou-os, de uma forma dogmática, às ideias e projectos de investidores privados, grande parte deles sem concursos públicos e, em muitos casos com a atribuição de financiamentos de dinheiros públicos que sustentam e minimizam o risco da iniciativa privada. Mas, mesmo assim, e passados quatro anos, é confrangedor constatar que as expectativas criadas pela Coligação PSD/CDS relativamente estes projectos não se concretizaram, arrastando-se os prazos de execução de alguns e atolando-se outros nas contradições insanáveis que estavam presentes na sua própria conceptualização. Neste artigo analisam-se os casos da Pousada do Freixo, do Mercado do Bolhão, do Mercado de Ferreira Borges, do Mercado do Bom Sucesso, da Praça de Lisboa, do Parque da Cidade.





